Dani, carioca morando em São Paulo, balzaquiana. Tradutora de inglês, taróloga, mãe - não necessariamente nessa ordem. Interessada em escultura, cinema, partos, portos, livros, línguas, gente e um punhado de outras coisas.
The Moose, the Muse. Sem nomes, dissemos, melhor assim. Desconhecidos íntimos, seis horas no limbo entre um e outro estar. Joyce, a economia mundial, cinema e as vidas que poderiam ser, a estranheza do encontro. Ele cita Bishop, mira fixo meu decote por baixo da aba do chapéu panamá. Enquanto faz, sem saber, sugestões certeiras demais.
O Grande Roteirista, pois é. Sempre Ele.
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Esta noite sonhei com H., grávida e plena, que me sorria dentes brancos no ir-e-vir do elevador lotado qualquer.
E acordei achando que deve ser bom sinal.